
Vidro nas águas
queDA lágrimas
postigos corTAM
seMENTES secas
cruas esCORREM
celeiro clanDESTINO
O poema sujo!
Escondido
lufar de versos abrem
folhas nas portas
desdobram letras cansadas
o escuro azul da alma
asas iluminam...
(Para Carmen Sílvia Presotto)
Lou Albergaria
Tela: Vino Morais
Mulher danada, C~e sabe q to pra vir aqui faz tempo, mas é foda esse tempo louco da gente e ainda tem os amigos de mt tempo, que gosto de estar por perto, mas enfim cheguei!
ResponderExcluirVc é um explosão e como eu adoro barulho, não sairei mais daqui.
Bjocas e um fds bárbaro!
é de estraçalhar este poema! De espantar as traças que corroem os poemas guardados em gavetas, escondidos ou esquecidos na mente. Cortantes versos que fluem e provocam desdobramentos, semeiam esperança.
ResponderExcluirGostei demais: parabéns por esta semente plantada, a amizade.
Feliz por ver a Ira aqui também.
ResponderExcluirDesengaventando momentos, arejando os versos, seremos mais e melhores... Um beijo Lou, estar aqui, estar em teu versos me faz muito feliz.
ResponderExcluirUm beijo grande.
Carmen.
Minha querida
ResponderExcluirUm poema forte e profun, saído do mais profundo da tua alma, adorei.
beijinhos com carinho
Sonhadora
Putz, perfeito!
ResponderExcluirCom a tela do Vino, então, perfeitoooooo!
Postei um poema no blog Repouso das Letras, venha ver
http://repousodasletras.blogspot.com/2010/12/um-passeio-predileto.html
Bjo bjo, querida!!!
Álly
Que bacana isso, viu? Gostei...
ResponderExcluirVidro que corta...
ResponderExcluirLindo poema....
Bjs
Insana
Lindo o poema e o novo visual do blog
ResponderExcluirBeijo