
O Ser humano não suporta a sobriedade absoluta do humano.
Carece de Mitos como carece de pão, água e ar para sobreviver.
Quando não são os Mitos eminentemente sagrados;
são exigidos os “heróis”para suprirem essa necessidade intrínseca,
quase vital,
de acreditar que existe o “Sobre Humano” ou o “Super Humano”.
Não basta, pois, o singelo e simples humano,
em suas singularidades e limitações, mesmo que ampliado
por uma imensidão de potencialidades
racionais, emocionais e afetivas.
Ainda assim, os “heróis” são imprescindíveis para amparar
o Ser em sua resoluta peregrinação
a carregar o fardo da existência.
Apenas o humano,
o instigantemente humano é pouco;
é nada
ou quase nada.
E se me permitem o atrevimento,
Ou quase tudo...
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